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Turnover não acontece de repente — ele é construído em silêncio

Ilustração abstrata representando sinais silenciosos de desengajamento no ambiente corporativo e análise de dados para prevenção de turnover.

O turnover raramente acontece de forma repentina — ele se constrói a partir de sinais silenciosos que poucas empresas conseguem enxergar a tempo.

Quando um colaborador pede demissão, a empresa costuma reagir com surpresa.

“Ele parecia bem.”
“Participava das reuniões.”
“Nunca reclamou.”

Mas a verdade é dura e pouco discutida: o turnover quase nunca é impulsivo.
Ele é um processo silencioso, acumulado ao longo de semanas ou meses — e, na maioria das vezes, a empresa teve sinais claros, mas não conseguiu enxergá-los.

É exatamente nesse ponto que o TOHT atua.

O custo real do turnover (e por que ele é subestimado)

Segundo estudos da Gallup e da Society for Human Resource Management (SHRM), substituir um colaborador pode custar entre 50% e 200% do salário anual da posição, considerando:

Mesmo assim, muitas empresas ainda tratam turnover como algo “normal”.

O problema não é a rotatividade em si.
O problema é não entender por que ela acontece — e continuar perdendo pessoas pelas mesmas razões.

O que poucas empresas percebem: as demissões começam muito antes

Antes da saída formal, quase sempre existem sinais como:

Esses sinais raramente aparecem em uma pesquisa anual de clima.
Eles surgem no dia a dia.

E é justamente aí que os modelos tradicionais falham.

Por que as empresas não enxergam esses sinais?

Existem três motivos principais:

  1. As pessoas não se sentem seguras para falar
    • medo de retaliação
    • receio de serem rotuladas
    • experiências negativas anteriores
  2. O feedback não é contínuo
    • acontece uma ou duas vezes por ano
    • chega tarde demais
  3. Quando o feedback aparece, ele não vira ação
    • fica em relatórios
    • não gera plano
    • não fecha o ciclo

O TOHT foi criado exatamente para quebrar esse padrão.

Como o TOHT atua na raiz do turnover

O TOHT não tenta “convencer pessoas a ficar”.
Ele atua antes da decisão de sair existir.

1. Feedback contínuo e anônimo

Colaboradores conseguem expressar percepções reais sobre:

Sem medo. Sem exposição. Sem ruído.

Isso cria um fluxo constante de sinais — não explosões tardias.

2. Mood Tracker e Pulse: leitura do clima em tempo real

O TOHT permite acompanhar:

Pesquisas da MIT Sloan mostram que oscilações emocionais precedem pedidos de demissão em até 90 dias.

Empresas que enxergam isso cedo conseguem agir.
As que não enxergam, reagem tarde.

3. eNPS com contexto (não apenas nota)

No TOHT, o eNPS não é um número isolado.

Ele é cruzado com:

Isso permite entender por que alguém se torna detrator — e não apenas contar quantos existem.

4. Dashboards com IA: onde agir primeiro

Todos os dashboards do TOHT são powered by IA.

A plataforma:

Não é apenas diagnóstico.
É direcionamento estratégico.

Isso reduz um erro comum do RH: tentar resolver tudo ao mesmo tempo — e acabar não resolvendo nada.

Segurança psicológica e moderação humana

Um diferencial crítico do TOHT é a aprovação de feedbacks feita por funcionários do próprio TOHT.

Antes de qualquer feedback chegar ao destinatário:

Isso garante:

Confiança gera uso.
Uso gera dados.
Dados geram prevenção de turnover.

O que muda quando a empresa usa o TOHT

Empresas que implementam o TOHT deixam de:

E passam a:

Turnover deixa de ser surpresa.
Passa a ser variável gerenciável.

Conclusão: turnover não é inevitável — é previsível

A maior mudança que o TOHT propõe não é tecnológica.
É estratégica.

Pessoas não pedem demissão de um dia para o outro.
Elas desistem aos poucos — em silêncio.

O TOHT existe para dar voz a esse silêncio antes que ele vire uma saída.

E para empresas que levam pessoas a sério, isso não é apenas uma ferramenta de RH.
É uma vantagem competitiva.

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